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CEO Talks – Entrevista com Ornado

Empreendedor. Multimilionário. Assediado. Personalidade bajulada nas mais altas rodas corporativas. Conheça Ornado, co-CEO do Board do Go Horse.

CEO Talks – Bom dia, Ornado. Conte-nos um pouco sobre a sua trajetória, desde os tempos de horse até atingir o status que possui hoje.
Ornado – Bom dia. Sim, é verdade, eu comecei como horse, e não me orgulho disso. Pior ainda: eu era um espécime da mais desprezível raça de horses existentes, o horse otário. Me formei na melhor faculdade da região, fiz pós-graduação, estágios remunerados e voluntários. Comecei por baixo na empresa. Sempre apresentei performance acima da média, mas, por algum motivo, não crescia na empresa. Eu estava nas trevas, eu acreditava no sistema.

CEO Talks – E o que o conduziu à luz?
Ornado – O Go Horse. Quando ainda era recém-formado, juntei meus troquinhos e me inscrevi em um congresso internacional da minha área de atuação. Após uma palestra de um famoso goHorser que prefiro não identificar, fui até ele para cumprimentá-lo e para oferecer meus serviços à sua empresa. Eu havia recém obtido o grau de MBA e me julgava pronto a assumir um cargo de gerência.

CEO Talks – E como você foi recebido?
Ornado – Me lembro como se fosse hoje. “Garoto, você é um paspalho. Quanto dinheiro você gastou nessa sua pós-graduação de merda? Com essa grana toda, poderia ter levado seu chefe ao puteiro várias vezes, assim não estaria nessa situação patética em que se encontra hoje“. Foi duro ter que escutar aquilo. Me afundei na bebida na mesma noite. No dia seguinte, decidi que minha vida mudaria, e direcionei todos os meus esforços à aquisição da proficiência em Go Horse.

CEO Talks – E, após essa tomada de decisão, demorou muito para que você chegasse ao Círculo de Confiança?
Ornado – Não. Foi muito rápido. Claro que seria ainda mais rápido se eu fosse bem nascido. Mas foi rápido, sim. Os gerentes começaram a me ver como um talento da empresa, capaz de sucedê-los. Você sabe: gerente quer virar diretor, diretor quer virar presidente. E, para que isso seja possível, a fila tem de andar. Comecei a dedicar um menor esforço para entregas técnicas e maior esforço para participação em reuniões, apresentações, enfim, atividades alheias ao ciclo produtivo.

CEO Talks – O que você acha da teoria da Administração?
Ornado – Bullshit. Mundo da fantasia, aquilo não existe. Tome Frederick Herzberg como exemplo: um panaca. O cara dizia que peão é motivado pelo desafio, e que salário e condições de higiene são básicos. Pura besteira. Sempre apliquei o oposto disso nas minhas empresas e a peonada rendia. Veja só: as estações de trabalho dos horses eram computadores obsoletos, montados e trazidos do Paraguai. O funcionário do mês ganhava um Dell. Os horses se matavam para ser o próximo a ganhar uma máquina bacana, eu nem precisava perder tempo chicoteando-os. Podia olhar pornografia na minha sala com a maior tranquilidade.

CEO Talks – Como chegou ao Board do Go Horse?
Ornado – Por convite de um dos maiores gênios da era moderna, meu colega co-CEO Mário Marolo. Aprendi muito com o cara. Ele já publicou verdadeiros tratados Go Horse. A documentação oficial da metodologia, disponível aqui no site, tem a contribuição do Marolo.

CEO Talks – Falando em Mário Marolo… ele não escreve para o site do GHP há meses. Há rumores de que você teria puxado o tapete dele. Há até boatos de que você teria mandado matá-lo para assumir sozinho o controle do GHP.
Ornado – Isso é mentira. A verdade é que o Marolo está hospedado na minha casa em Vegas na companhia de algumas amigas. Eu emprestei a casa a ele e apresentei algumas amigas que eu havia apresentado ao Tiger Woods no ano passado. O Mário está bem.

CEO Talks – Para finalizar: que conselho você dá a quem quer subir na vida e chegar ao Círculo de Confiança?
Ornado – Leia o site do Go Horse todos os dias e aprenda as técnicas ensinadas aqui.

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